terça-feira, 4 de junho de 2013

Projeto "Meio Ambiente"

HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE SANTA TEREZINHA
 
            Santa Terezinha terra de ¨Trabalho e Encantos¨situada entre os limites naturais do Planalto Norte Catarinense e do Vale do Itajaí. O progresso trouxe grandes transformações a essa região, modificando hábitos, interferindo nas tradições.
            Enquanto distrito era um dos 04 pertencentes ao município de Itaiópolis, e emancipada em 26 de setembro de 1991, pela lei 8.349. Assim Santa Terezinha passou a contar com 32 comunidades localizadas ao sul do município de Itaiópolis com uma extensão territorial de 718.81 km².
            Quanto à colonização a comunidade de Santa Terezinha recebeu seus primeiros moradores da década de 1930 a 1940, procedentes de Paraguaçu, e recebendo o maior numero de pessoas entre os anos de 1940 e 1980. A cidade se destaca culturalmente atráves das famílias de descendência ucraniana e polonesa, principalmente na alimentação, nos ritos religiosos e no idioma.
                       A atividade econômica no Município é a agricultura principalmente o cultivo do fumo e a produção de mel, no que se refere ao turismo as belezas naturais estão presentes em todo território, é de muita beleza o Morro do Taió, principal atração turística do Município; existem cachoeiras de beleza nostálgica; pequenas grutas situadas ao longo do Rio Itajaí bem como lindos vales com rios de águas límpidas e vegetação nativa. Destaca-se também a arquitetura típica ucraniana e o artesanato, na sede o Parque Mata Nativa desperta a atenção pela sua vegetação.
            Santa Terezinha é rica pelas belezas naturais e a cultura de seu povo.

OBJETIVO GERAL: criar dentro do âmbito da Escola um espaço de cultura ambiental que integrando o lazer tenha como objetivo a mudança e transformação da qualidade de vida na Escola e a aquisição de conhecimentos sobre o Meio Ambiente e a formação de atitudes de proteção desse meio.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
  • Valorizar as ações coletivas que repercutam na melhoria das condições de vida na escola e na localidade.
  • Conhecer áreas ambientais que não são preservadas.
  • Compreender a importância da reciclagem para a preservação ambiental.
  • Aprofundar o conhecimento sobre o meio ambiente e problemas socioambientais.
  • Implantar a Horta Escolar.
  • Criar condições para que o aluno reflita sobre a sua condição de intervir nos encaminhamentos dados à produção e destino do lixo produzido por ele no espaço escolar.
  • Embelezar o Parque Mata Nativa.
  • Plantar mudas de árvores nativas para que o aluno se conscientize da importância de preservação da espécie. 
AÇÕES:
  1. Implantação da Horta Escolar nas comunidades.
  2. Embelezamento do Parque Mata Nativa.
  3. Conseguir colaboradores para implantar lixeiras públicas na sede do município e lixeiras de recicláveis nas Unidades Escolares.
  4. Visita à APREMAVI.
  5. Plantio de mudas nativas em volta das nascentes e  ao redor da Escola.
  6. Mobilização espontânea nas escolas e comunidade.
  7. Reciclagem do papel nas Escolas para que com a venda possa trazer novos materiais didáticos para os alunos.
  8. Palestras para os alunos sobre: “Alimentação” com a nutricionista, “Proteção do solo” com técnico de Empresa fumageira e “Proteção ambiental” com técnicos da Polícia Ambiental.
  9. Passeios em vários locais do município.
  10. Mutirão de limpeza de uma área na comunidade local.
CRONOLOGIA: de junho a novembro de 2005.
           



Experiências Lácteas

 QUÍMICA NOVA NA ESCOLA Experiências Lácteas N° 6, NOVEMBRO 1997

O leite recebe, no comércio, diferentes classificações baseadas em critérios que consideram desde a forma de ordenha até o transporte e o processamento.
 A Tabela 1 resume alguns desses critérios.
Até que ponto essa classificação resulta em produtos uniformes? Ou seja, todos os leites do mesmo tipo (A, B, C etc.) são semelhantes? Têm o mesmo teor de nutrientes?

Primeira experiência:
comparação de diferentes tipos de leite quanto à quantidade de proteínas
Nesta experiência serão separadas a caseína e a albumina, as principais proteínas do leite. É importante que cada grupo trabalhe com um tipo diferente de leite para que os resultados da classe possam ser comparados. É importante também comparar leites de
mesmo tipo mas de diferentes fabricantes.
Material por grupo
200 mL de leite de algum dos tipos
indicados na Tabela 1 (o grupo que trabalhar com leite em pó deverá reconstituí-lo seguindo as instruções da embalagem)
10 mL de vinagre
2 pedaços de pano fino (20 cm x 20 cm aproximadamente)
2 béqueres de 250 mL
Sistema para aquecimento (tripé com tela refratária, bico de gás)
Procedimento geral
Aqueça o leite em um dos béqueres até ficar bem morno, mas sem ferv e r.   R e t i r e   d o   f o g o   e   a c r e s c e n t e vinagre aos poucos, até que se formem grumos de um material branco. Esse material é uma das proteínas do leite: a caseína. Coe a caseína utilizando um dos pedaços de pano, recolhendo o soro no outro béquer. Lave o béquer que continha o leite para utilização na próxima etapa.

A seção “Experimentação no ensino de química” descreve experimentos cuja implementação e interpretação contribuem para a construção de conceitos químicos por parte dos alunos. Os materiais e reagentes utilizados são facilmente encontráveis, permitindo a realização dos experimentos em qualquer escola.
Este número traz dois artigos, com cinco experiências relacionadas ao leite. No primeiro, são propostas três experiências: a primeira sugere um estudo comparativo de diversos tipos de leite por meio da separação de caseína e albumina; a segunda consiste na realização de testes que possam indicar a presença de alguns materiais estranhos ao leite como amido, ácido bórico e ácido salicílico, e a terceira mostra como proceder para obter o polímero formol-caseína a partir do leite.
No segundo artigo são relatadas duas experiências: uma de determinação da acidez do leite e outra descrevendo a preparação de cola de caseína, um adesivo natural.
características do leite, identificação de componentes do leite, fraudes do leite,

O leite recebe, no comércio, diferentes classificações baseadas em critérios que consideram desde a forma de ordenha até o transporte e o processamento.
A Tabela 1 resume alguns desses critérios.
Até que ponto essa classificação resulta em produtos uniformes? Ou seja, todos os leites do mesmo tipo (A, B, C etc.) são semelhantes? Têm o mesmo teor de nutrientes?

Primeira experiência:
comparação de diferentes  tipos de leite quanto à quantidade de proteínas
Nesta experiência serão separadas a caseína e a albumina, as principais proteínas do leite. É importante que cada grupo trabalhe com um tipo diferente de leite para que os resultados da classe possam ser comparados. É importante também comparar leites de
mesmo tipo mas de diferentes fabricantes.
Material por grupo
200 mL de leite de algum dos tipos
indicados na Tabela 1 (o grupo que
trabalhar com leite em pó deverá reconstituí-lo seguindo as instruções da
embalagem)
10 mL de vinagre
2 pedaços de pano fino (20 cm x
20 cm aproximadamente)
2 béqueres de 250 mL
Sistema para aquecimento (tripé
com tela refratária, bico de gás)
Procedimento geral
Aqueça o leite em um dos béqueres até ficar bem morno, mas sem ferv e r.   R e t i r e   d o   f o g o   e   a c r e s c e n t e vinagre aos poucos, até que se formem grumos de um material branco. Esse material é uma das proteínas do leite: a caseína. Coe a caseína utilizando um dos pedaços de pano, recolhendo o soro no outro béquer. Lave o
béquer que continha o leite para utili

Classificação do leite Características
Tipo “A” Ordenha mecânica; pasteurização na própria
granja leiteira
Tipo “B” Ordenha mecânica; transporte sob refrigeração;
pasteurização na usina
Tipo “C” Ordenha manual ou mecânica; transporte sem
refrigeração às usinas para pasteurização
Reconstituído Leite em pó ao qual se adicionou água
Leite em pó Leite desidratado
Leite longa vida Esterilizado pelo processo UHT (ultra high
temperature), pelo qual o leite é aquecido durante
4 a 6 s a temperaturas próximas de 140

Aqueça agora o soro, deixando-o ferver. Após algum tempo de fervura, formam-se grumos que são constituí- dos por outra proteína do leite: a albumina. Tal como procedeu com a caseína, coe o material para reter a albumina no pano e recolha o soro em outro béquer, que já deverá estar limpo.Guarde o soro para testes que serão
realizados na próxima experiência.Compare as quantidades de caseína e de albumina que seu grupo obteve com as que outros grupos obtiveram e registre as observações anotando tipos e marcas de leite usados. Procure ordenar  os   t ipos  de  lei te de acordo com a quantidade de cada proteína que contêm.

Segunda experiência:
Testes para verificar a presença de substâncias estranhas ao leite
Nesta parte da experiência são descritos testes para verificar se no leite há amido, ácido salicílico ou ácido bórico. Estes foram escolhidos por empregarem materiais e reagentes de fácil aquisição.

Teste para amido
Material
Leite
Solução de iodo de farmácia
Tubo de ensaio (16 mm x 150 mm, aproximadamente)
Cilindro graduado de 10 mL
Procedimento
Coloque 10 mL de leite em um tubo de ensaio e aqueça ligeiramente. Pingue de cinco a seis gotas de solução de iodo. Se o leite contiver amido, aparecerá uma coloração que pode ser azul, roxa ou quase preta. Essa coloração deve-se à formação de um
complexo de amido e iodo.

Teste para ácido salicílico e salicilatos
Material
Soro de leite (obtido na primeira experiência)
Solução aquosa de cloreto de ferro (III) - 2 g/100 mL (Fe Cl3 é encontrado em lojas de materiais eletrônicos com o nome de percloreto de ferro)
Cilindro graduado de 10 mL
Procedimento
Acrescente de quatro a cinco gotas de solução de cloreto de ferro (III) em cerca de 10 mL de soro. O aparecimento de uma coloração que vai do rosa até o violeta indica a presença do ânion salicilato.

Teste para ácido bórico
Material
Leite
Glicerina
Solução aquosa de NaOH 0,1 mol/
L (pode ser usada soda cáustica para preparar a solução)
Solução de fenolftaleína a 0,5% (esta solução pode ser obtida acrescentando-se dois comprimidos de Lactopurga triturados a 50 mL de álcool.
Acrescentam-se 50 mL de água, agitase bem e filtra-se. A solução obtida conterá também lactose, que não interferirá no teste.)
Tubo de ensaio (16 mm x 150 mm, aproximadamente)
Cilindro graduado de 10 mL
Procedimento
Acrescente cerca de três gotas de solução de fenolftaleína a 5 mL de leite. Junte gota a gota a solução de NaOH 0,1mol /L até o aparecimento de uma leve cor rósea. Acrescente então 1 mL de glicerina. Se a cor rósea desaparecer pode ser indício da presença de ácido bórico. Isso porque o H3BO3 que é ácido muito fraco em soluções
aquosas, apresenta maior grau de ionização em glicerina, o suficiente para fazer desaparecer a coloração rósea.

Terceira experiência:
obtenção do plástico formolcaseína (galalite)
Este foi um dos primeiros plásticos a ser utilizado. É um polímero termofixo, isto é, não amolece com o aquecimento e portanto não pode ser moldado. Entretanto, pode ser lixado e polido. Teve amplo uso na fabricação de botões, pentes e cabos de facas.
Material
Pano contendo a caseína obtida na primeira experiência 10 mL de formol (solução de formaldeído a 40 %) Tubo de ensaio
Procedimento
Lave muito bem a caseína, no próprio pano, para retirar todo o soro. Comprima bem o material obtido e dê-lhe alguma forma, como por exemplo um dado, uma esfera etc.
Mergulhe esse material em um tubo de ensaio contendo 10 mL de formol e deixe em repouso por dois ou três dias. Após esse tempo, retire-o do formol, lave bem e deixe secar ao ar. Depois de seco o objeto poderá ser
lixado e polido.
CUIDADO: o formol é irritante, principalmente para os olhos.


Fraudes no leite
A qualidade do leite é controlada pelos institutos de saúde pública por
meio de testes específicos que envolvem determinação de densidade, teor
de gordura, rancidez e acidez, e a presença de aditivos usados para
conservação ou de materiais estranhos ao leite para esconder seu ‘batismo’
com água. A tabela a seguir mostra alguns materiais que já foram encontrados no leite e sua função no ‘processo’ de fraude.
Materiais Função
antibióticos conservar o leite, evitando a ação de microorganismos
formol conservar o leite, evitando a ação de microorganismos
urina ‘disfarçar’ a adição de água ao leite, mantendo a
densidade inicial amido ‘disfarçar’ a adição de água ao leite, mantendo a
densidade inicial ácido salicílico e salicilatos conservar o leite, evitando a ação de microrganismos ácido bórico e boratos conservar o leite, evitando a ação de microrganismos bicarbonato de sódio ‘disfarçar’ o aumento de acidez do leite observado quando ele está em estágio de deterioração.

Questões propostas
1. O que se observou quanto ao teor de proteínas (caseína e albumina) nos diferentes tipos de leite?

2. A classificação do leite em um determinado tipo é uniforme quanto aos teores de proteínas?

3. Que procedimento deve ser seguido para confirmar se materiais estranhos encontrados no leite constituem fraude?

4. Por que é importante a remoção do soro do leite para a formação do plástico formol-caseína?

5. Se os diferentes tipos de leite forem deixados expostos ao ar, qual deverá apresentar maior crescimento de fungos?
PROVA DE FÍSICA – 3º ANO

1)Aproximou-se um corpo de um eletroscópio de folhas e observou-se que as folhas se abriram. Com isso podemos concluir que:
a)O corpo está eletrizado?
b)O corpo tem carga negativa?

2)Complete as frases com as palavras do quadro:
ELETRIZAÇÃO – POR ATRITO – POR CONTATO – CONDUTORES – ISOLANTES – POR INDUÇÃO – ELETROSCÓPIO

a)Quando eletrizamos dois corpos distintos eletricamente neutros e que possuam uma facilidade de ganhar ou perder elétrons, eles são eletrizados
......................................................................
b)A................................................ocorre quando um corpo ganha ou perde elétrons.
c)A eletrização..................................................realiza-se quando dois corpos se tocam, desde que pelos menos um deles esteja eletrizado.
d)São chamados de.............................................................os dispositivos que verificam se um corpo ou material está ou não eletrizado.
e)O processo de eletrização......................................................efetua-se quando um corpo previamente eletrizado é colocado próximo inicialmente neutro e promove uma movimentação dos elétrons pela superfície do material.
f)Os materiais considerados ............................................são classificados na maioria das vezes como metais, onde os elétrons estejam mais afastados  do núcleo e que possuem grande facilidade de se movimentar.
 g)Os materiais considerados..............................................possuem elétrons fortemente ligados ao núcleo e por isso não encontram facilidade de movimentação.

3)Temos duas esferas metálicas eletrizadas com cargas Q1=8µC e Q2= -4µC atraindo-se mutuamente com força de intensidade no vácuo. Elas são colocadas em contato e depois separadas a uma distância de 30 cm. Qual é a força de interação que existe entre as cargas após o contato?

4)Uma carga puntual positiva Q1=0,23µC é colocada a uma distância de 3 cm de outra carga puntual negativa Q2= -0,60µC. Supondo que as cargas estejam no ar, calcule o valor da força que uma exerce sobre a outra.

5)Sabe-se que o corpo humano é capaz de conduzir cargas elétricas. Explique, então, por que uma pessoa, segurando uma barra metálica em suas mãos, não consegue eletrizá-la por atrito.


6)Explique o que você entende sobre a Lei de Coulomb.
PROVA DE QUÍMICA – 3º ANO – 1º BIM.

1)Classifique as cadeias carbônicas:
a)H3C – C = CH – CH3
              │
              CH3
b) H2C  ̶  CH – CH2 – CH – CH3
                │                 │ 
                CH3            CH3

                          │
c)  CH3 – CH2 – N – CH3

d)    CH3 – CH – CH3
                 ║
                 O
2) O Benzeno C6H6 é um hidrocarboneto...A melhor opção para completar a lacuna é:
a)( )aromático e saturado
b)( )aromático e insaturado por duas duplas ligações.
c)( )aromático e insaturado por três duplas ligações.
d)( )alicíclico saturado

3)O elemento que deve ser encontrado em toda cadeia e substância orgânica é: a) (  )nitrogênio
    b) (  )oxigênio
    c) (  )fósforo
    d) (  )carbono
    e) (  )enxofre

4)ENEM -2001- A possível escassez  de água é uma das maiores preocupações da atualidade, considerada por alguns especialistas como o desafio maior do novo século. No entanto, tão importante quanto aumentar a oferta é investir na preservação da qualidade e no reaproveitamento da água de que dispomos hoje.
A ação humana tem provocado algumas alterações quantitativas e qualitativas da água:
I – Contaminação de lençóis freáticos.
II- Diminuição da umidade do solo.
III- Enchentes e inundações.
Pode-se afirmar que as principais ações humanas associadas às alterações I,II,III são, respectivamente:

a)( )Uso de fertilizantes e aterros sanitários/lançamento de gases poluentes/canalização de córregos e rio
b)( )Lançamento de gases poluentes/lançamento de lixos nas ruas/construção de aterros sanitários.
c)( )Uso de fertilizantes e aterros sanitários/ desmatamentos/impermeabilização do solo urbano.
d)( )lançamento de lixo nas ruas/uso de fertilizantes/construção de aterros sanitários.

5)Localize os carbonos primários, secundários, terciários, quartenários na cadeia carbônico:
a)           │         │    │     │                 
            ̶  C – C – C – C – C  ̶
              │     │    │         │
                    ̶ C  ̶
                     │                                   
b)          CH3
              │
   H3C – C – CH  = C – CH3
              │               │

              CH3           CH3

domingo, 26 de maio de 2013

Projeto "Tabela Periódica dos Elementos Químicos"

SECRETARIA REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO
34ª GERÊNCIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
E.E.B. PADRE JOÃO KOMINEK
MUNICÍPIO DE SANTA TEREZINHA - SC
TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS



PROFª. CARMELI CAETANO
TURNO: MATUTINO
ANO:
ENSINO MÉDIO
SANTA TEREZINHA
2012

1. TEMA:  “Conhecer a Tabela Periódica dos elementos numa versão diferenciada interativa”

2. OBJETIVO GERAL
      Aprofundar através de pesquisa, o conhecimento dos elementos químicos buscando informações que permitem aos alunos aprender melhor a importância destes na natureza e para o ser humano, desenvolvendo maior intimidade com a tabela periódica.

3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

         Conhecer o histórico da tabela periódica.
         Classificar os elementos químicos dentro da tabela periódica atual.
         Buscar informações sobre a aplicação dos elementos químicos no dia-a-dia.
         Construir em formato de cubos e acrescentar as informações de cada elemento químico pesquisado para facilitar o manuseio pelos alunos.
         Organizar cada elemento químico pesquisado numa tabela periódica interativa no modelo atual.
         Trabalhar com a tabela periódica interativa na sala de informática no programa Linux Educacional.
         Fazer algumas atividades de fixação do livro didático sobre o tema elaborado.
         Brincar de compras no mercado com os elementos químicos e suas substâncias correspondentes.
                   
4. JUSTIFICATIVA

Tudo no mundo tem um quê de Química. A começar por nós mesmos: nosso corpo, nossas emoções, desejos e tudo o que está ao seu redor resultou da combinação de vários elementos químicos. Se existe alguém que sabe combinar esses elementos para melhorar a sua vida, é o químico.
O trabalho do químico influencia diretamente o nosso bem estar: a água tratada que sai das torneiras, os medicamentos que previnem e curam doenças, o desenvolvimento de materiais revolucionários e as soluções para a proteção do meio ambiente são apenas alguns frutos de sua atuação. Afinal, a Química dá origem à vida, e o químico ou cientista ajuda a torná-la melhor.
Depois do conhecimento dos vários elementos químicos que se tinha no século XVIII, foi possível organizar a primeira tabela periódica dos elementos através das massas atômicas, pelo químico cientista Dmitri Ivanovitch Mendeleev.
Os químicos sempre se preocuparam em classificar os elementos. Desde o século XIX muitas tentativas foram feitas para organizar os elementos químicos num quadro ou numa tabela, mas sem sucesso. Apenas quando se observaram certas semelhanças entre as propriedades químicas de alguns elementos foi possível agrupá-los.
A proposta de Mendeleev de um quadro contendo os elementos químicos que evidenciasse a periodicidade de suas propriedades - a tabela periódica - foi uma das grandes contribuições para a sistematização dos conhecimentos da época sobre as propriedades físicas e químicas das substâncias formadas pelos elementos químicos.
Este Projeto visa associar o conhecimento químico referente aos elementos químicos e suas propriedades ao seu uso e aplicações no dia-a-dia. Ao construir os cubos com informações sobre cada elemento o aluno vai relacionando sua aplicação na prática, o mesmo acontecerá com a brincadeira do mercadinho que fará a relação do símbolo do elemento com a substância referente a ele.
Com uma Tabela Periódica interativa, com cubos que trazem mais informações do que o habitual dos livros de química, provocará mais que a curiosodade dos alunos e os demais que terão acesso. Será uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre os elementos químicos presentes na natureza e em tudo o que nos rodeia, bem como sua utilização prática.


5. METODOLOGIA
5.1. Publico alvo: alunos do 1º Ano do Ensino Médio.

5.2. Recursos humanos, físicos e materiais:
         Humanos: Professora, alunos, direção, Assistente Técnico Pedagógico.
         Físicos e Materiais: sala de aula, laboratório de informática, sala de vídeo, revistas, livro didático, laboratório de Química, internet, materiais diversos de reciclagem.

5.3. ATIVIDADES PEDAGÓGICAS
         Serão estudados vários textos do livro didático que venham enriquecer os conhecimentos dos alunos.
         Será feita uma pesquisa da história da tabela periódica e a contribuição de cada cientista que a criou para o melhor entendimento dos elementos químicos.
         Será recriada com materiais diversificados reciclado a tabela periódica dos elementos na versão atual.
         Aprofundar o aprendizado através de exercícios avaliativos e trabalhos de discussão em grupos.

5.3.1. Conteúdos:
         O átomo.
         Regiões do átomo.
         As partículas do átomo e a mais nova partícula descoberta Bóson de Higgs
         Cargas elétricas do átomo.
         Íons.
         Níveis de energia.
         Elemento químico e suas aplicações.
         Histórico da Tabela Periódica.
         Classificação da Tabela Periódica.
         Família e período da tabela periódica.
         Características da tabela antiga e da atual.

5.4. ESTRATÉGIAS:
5.4.1. Assistir ao vídeo “O mundo macro e microcosmos”, fazer uma discussão sobre o que assistiram e fazer um Relatório relacionando o átomo e a matéria com os elementos químicos

5.4.2. Estudar os textos sobre o histórico da Tabela Periódica no livro didático p.

5.4.3. Fazer algumas atividades propostas do livro didático.

5.4.4. Estudar a organização da tabela periódica: grupo, família, período, características.

5.4.5. Trabalhar na tabela periódica interativa na sala de informática conhecendo cada elemento e suas características, bem como seu uso no dia-a-dia.

5.4.6. Depois de conhecer os símbolos dos elementos químicos os alunos formarão palavras e frases utilizando apenas os símbolos.

5.4.7. Para fixar melhor os símbolos dos elementos químicos com o nome e sua utilização os alunos deverão reescrever as "Cartas de amor dos elementos químicos" como atividade de fixação.

5.4.8. Explicar as propriedades periódicas dos elementos.

5.4.9. Organizar grupos para uma pesquisa de 4 elementos químicos por grupo, onde deverão buscar todas as informações referentes aos elementos como: símbolo, nome, nº atômico, nº de massa, níveis de energia, utilização e uma figura do elemento, selecionando as informações consideradas relevantes e interessantes que deverão ser colocadas em cubos feitos de caixa de leite para um melhor manuseio pelos colegas.

5.4.10. Montar a Tabela  Periódica com os elementos nos cubos organizados pelos alunos, conforme a tabela atual, cores, famílias, períodos e desenvolver a participação de todos os alunos para que desperte a curiosidade e o interesse pela química.

5.4.11. Jogo do mercado: organizar diversos tamanhos de caixas, em cada uma colocar o símbolo, o nº atômico e o nº de massa de cada elemento químico da tabela periódica, inicia o jogo com um grupo de alunos que terá uma lista de compras de 7 produtos que serão os nomes dos elementos e que deverão ser comprados no mercadinho e o grupo deve fazer a escolha do produto conforme  a característica do elemento desenhado nas caixas em apenas 1 minuto, ganha o jogo quem conseguir comprar mais produtos.

6. AVALIAÇÃO:

         Apresentar os Trabalhos de pesquisa com apresentação oral do grupo.
         Resolução das Atividades.
         Rever os conhecimentos estudados através da Prova escrita individual.
         Aperfeiçoar os conhecimentos nos Exercícios em dupla.
         Estudo de textos em grupo
         Através da criatividade do grupo na organização da tabela interativa.
  
7.      CRONOLOGIA:
14    aulas – mês de julho e agosto de 2012

8.      BIBLIOGRAFIA

MORTIMER, Eduardo Fleury. Coleção Explorando o Ensino de Química. V. 5 – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006

PERUZZO, Francisco Miraguaia. Química na abordagem do cotidiano/ Francisco Miraguaia Peruzzo, Eduardo Leite e Canto. 4 ed. – São Paulo: Moderna, 2006. Volume 1 – Ensino Médio.

FELTRE, Ricardo. Química/ Ricardo Feltre.- 6 ed. – São Paulo: Moderna, 2004

REVISTA QUANTA, ano 1 – 2012.

INTERNET

 ANEXOS


9.4. TRABALHO EM DUPLA: “Cartas dos Elementos Químicos”

Atividade 1: Reescrever a carta trocando o nome dos elementos sublinhados por outra palavra parecida que combine.
CARTA DE AMOR DE UM QUÍMICO

Santa Terezinha zinco  de agosto de 2007.
Querida Valência
            Sinto que estrôncio perdidamente apaixonado por ti. Ao deitar-me, quando descálcio meus sapatos e mercúrio no silício da noite, reflito e vejo que sinto sódio. Então, desesperadamente, chouro. Sem ti, Valência, minha vida é um inferro. Ao pensar que tudo começou com um arsênio de mão, cloro de vergonha.
            Sabismuto que te amo, embora não o digas, sei que gostas de um tal de Jorge Hélio. Deantimônio posso lhe assegurar que não sou nenhum érbio e que trabário para viver. Oxigênio cruel tu tens Valência. Não permetais que eu cometa algo erradio, por que me fazes sofrer tanto assim, sabendo que tu és a luz que me alumínio.
            Meu caso é césio, mas não ácido razão para um escândio social. Eu soube que Germânio contou que te embromo com seu namouro. Não acredite niquele disser, pois sabes que nunca agi de modo estanho com você. Aliás, se não tiveres arranjado outro argôniomento, procure um advogado e me metais na cadeia, saibas que não me sais do pensamento. Abrácidos comovidos deste que muito te ama.
                                                                              Químico desconhecido.


Atividade 2: Reescrever a carta trocando o símbolo dos elementos em negrito pelo nome dele, juntar os símbolos e formar uma palavra e o que está entre parênteses também forma palavra.

CARTA ENIGMÁTICA

Querida V (-ádio + ia)

            Estou lhe escrevendo para relatar um acontecimento his + Th (-o + co) acontecido no planeta Np. Gd um In muito Ce, Pm (- cio + teu) à Pt uma viagem à Cf. No entanto,  a moça prefere ir a Eu o que necessitaria muito Au e Ag.
C (-bromo + los) um At (-ato + uto) amigo de Pt e irmão de Se morador de U (aquele lugar poluído com pouco O) estava no hospital, sofrera uma acidente em seu carro de Al ficando preso entre as (-o + agens). Era um pé de Pb incorrigível e necessitava de F, Cl, I, Hg como medicamentos. No acidente morreu Sm, Se ao ouvir a notícia no Ra desesperou-se usando um P e colocou fogo no Hólmio + Enxofre + Polônio (-o) + Iodo + Lantálio + Laurêncio (-r) foi um Sc.Tudo isso parece Sn?
            Cr podes imaginar Pt está com Na (-s) de mim, mas Sistênio + Fósforo + Érbio + Oxigênio  que tudo esteja Berílio + Manganês agora.
                                                                                          Abraços
                                                                                                            Tm


Atividade 3: Escreva palavras ou Frases com os símbolos dos Elementos Químicos sem mudar nenhuma letra do símbolo do elemento. Por exemplo:

Li (lítio) + Ga (gálio) = LiGa
Se (Selênio)  + Co (Cobalto) = SeCo

OS ALUNOS FAZENDO OS TRABALHOS DE PESQUISA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS E FABRICANDO AS CAIXAS COM AS INFORMAÇÕES DE CADA ELEMENTO: